A carpintaria no Algarve cobre portas e aros, rodapés, guarnições e remates, escadas e corrimãos, decks, pérgolas e madeira exterior, reparação de vigas e estruturas, e armários feitos à medida. Dois em cada três pedidos deste serviço são reparações e não obra nova: uma porta que raspa, um aro fendido na junta, ou madeira exterior deixada demasiado tempo ao sol. A Handyman Algarve orçamenta carpintaria no Algarve gratuitamente, em português ou inglês.
Os trabalhos que este serviço cobre
- Portas. Assentar, afinar, mudar dobradiças, inverter o sentido de abertura, e reparar o aro em vez de o substituir.
- Janelas e portadas de madeira, incluindo reparar travessa inferior ou peitoril apodrecidos numa janela que vale a pena manter.
- Rodapés, guarnições e remates, que são normalmente o que faz uma divisão parecer acabada e não reparada.
- Armários à medida: roupeiros em nichos, arrumação debaixo de escadas, prateleiras feitas para a parede onde assentam.
- Madeira exterior: decks, pérgolas, painéis e portões, mais a manutenção que os mantém vivos com este sol.
- Reparações estruturais em madeira: vigas, asnas e barrotes, depois de se perceber se o problema é a madeira ou a água que lá chegou.
Porque é que uma porta prende em janeiro e não em julho
É o pedido de carpintaria mais frequente na região e o diagnóstico é quase sempre sazonal. A madeira absorve humidade nos meses de chuva e devolve-a nos meses secos, e uma porta com folga curta incha o suficiente para prender no aro. É por isso que a primeira pergunta honesta é quando é que começou. Uma porta que só prende no inverno precisa de ser afinada a contar com esse movimento, ou de se resolver a humidade daquela divisão, e aplainá-la em fevereiro deixa uma frincha visível em agosto. Uma porta que prende o ano inteiro é outro problema: dobradiça descaída, parafuso sem aperto num aro antigo, ou parede que se moveu. As duas parecem iguais e as reparações não são.
Madeira no exterior, com este sol
A madeira exterior por cá tem uma lista de inimigos pouco habitual. O apodrecimento conta menos do que num clima húmido e a radiação ultravioleta conta muito mais. O sol degrada primeiro o acabamento, a superfície da madeira acinzenta e abre em fissuras finas, e quando chega a chuva de inverno já existe veio aberto onde a água se instala. A consequência prática é que um deck ou uma pérgola se voltam a tratar com periodicidade, antes de parecerem precisar, e que um produto com proteção ultravioleta a sério vale mais do que uma madeira cara com um acabamento fraco por cima. Quando já se foi longe demais, lixar e refazer o acabamento costuma resolver; as tábuas a substituir são quase sempre as que estão à sombra e retêm humidade, e não as que apanham sol direto.