Montagem de móveis no Algarve

Móveis em kit que chegaram e ficaram na entrada, um quarto que tem de estar pronto antes de alguém chegar, ou um roupeiro montado uma vez e que nunca mais fechou como deve ser. Envie a referência ou uma foto das caixas, e recebe um orçamento grátis que inclui fixar em segurança e levar a embalagem.

Grátis e sem compromisso.

Estrutura de roupeiro em kit a ser segurada numa divisão com pavimento de terracota, com peças e aparafusadora no tapete
  • Orçamentos grátis
  • Atendimento em português e inglês
  • Preços honestos, sem surpresas
  • Um único contacto até ao fim do trabalho

A montagem de móveis no Algarve cobre móveis em kit e móveis entregues por montar, feitos na divisão a que se destinam: roupeiros, camas, arrumação, secretárias e mobiliário de escritório, móveis de exterior e módulos de cozinha. A montagem inclui nivelar num chão que raramente está a direito, fixar as peças altas à parede com a bucha certa para aquela parede, afinar portas e gavetas, e retirar a embalagem. A Handyman Algarve orçamenta montagem de móveis no Algarve gratuitamente, em português ou inglês.

O que o serviço inclui

  • Móveis em kit de qualquer marca, montados na divisão onde ficam e não num corredor de onde já não saem.
  • Camas e estrados, incluindo camas com arrumação e cabeceiras fixadas à parede.
  • Roupeiros e arrumação, nivelados, esquadriados e fixos, com as portas afinadas para fecharem e ficarem fechadas.
  • Secretárias e mobiliário de escritório, com organização de cabos se quiser aproveitar a visita.
  • Móveis de jardim e de terraço, que chegam em mais caixas do que tudo o resto e demoram mais do que parece.
  • Recuperações: peças montadas a meio, montadas mal, ou montadas há anos e agora com folga, que por cá são mais frequentes do que a montagem nova.
  • Recolha da embalagem, que num quarto completo é uma carrinha de cartão que ninguém quer num apartamento.

A parte que as instruções não trazem

O folheto da caixa parte do princípio de que há chão nivelado, parede maciça e espaço para estender tudo. Numa casa portuguesa faltam muitas vezes os três. Os pavimentos das casas mais antigas caem para um ralo ou para a porta, por isso um roupeiro montado em esquadro no chão bambolea depois de levantado e as portas deixam de ficar fechadas. As paredes são o ponto mais sério: a fita anti-queda que vem na caixa foi pensada para uma parede genérica, e tijolo furado, bloco térmico e pladur pedem cada um a sua bucha. E os apartamentos por cá têm escadas estreitas e patamares curtos, o que decide se a peça pode ser montada na divisão ou tem de ser montada onde está. Nada disto é difícil. É apenas a diferença entre uma peça que dura e uma peça com folga ao fim de um ano.

Fixar à parede não é opcional

Todas as peças altas vendidas hoje trazem fita ou esquadro de fixação, porque um roupeiro ou uma cómoda podem tombar quando se puxa uma gaveta ou quando uma criança sobe. Colocar essa fixação leva minutos e é a parte mais importante da montagem. O que conta é ajustar a bucha à parede: bucha e parafuso em alvenaria maciça, bucha mais longa a alcançar o septo em tijolo furado, e bucha de cavidade ou parafuso no perfil em pladur. Numa casa arrendada, vale a pena falar com o senhorio antes de furar, e vale a pena dizê-lo no pedido, porque há soluções sem furar para algumas situações e essas planeiam-se, não se improvisam.

O que determina o preço?

Em 2026, a montagem orçamenta-se por peça e pelo tempo. A referência do modelo resolve quase tudo, porque uma cómoda e um roupeiro de correr não são o mesmo trabalho. Depois contam o acesso, se as caixas já estão na divisão certa, o número de peças na mesma visita, e se a recolha da embalagem entra ou não. Uma recuperação de uma peça montada por outra pessoa orçamenta-se depois de ver fotos, porque tanto pode ser uma afinação como uma desmontagem parcial e nova montagem.

Envie a marca e o modelo, ou uma foto das etiquetas das caixas, e diga em que piso é a divisão. Veja como funciona o processo do pedido ao trabalho concluído.

Grátis e sem compromisso.

Peça o seu orçamento grátis

Uma ou duas frases chegam. Pode enviar fotos a seguir.

Respondemos no prazo de um dia útil, normalmente muito mais depressa.

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Perguntas frequentes

Quanto custa a montagem de móveis?

Orçamenta-se por peça e pelo tempo que leva, e a referência do modelo diz quase tudo a quem monta: uma cómoda é cerca de uma hora, um roupeiro grande de portas de correr ocupa quase um dia. Depois contam o acesso, se as caixas já estão na divisão ou ainda na entrada, e quantas peças são na mesma visita, porque um quarto completo sai mais barato por peça do que um móvel isolado. Não publicamos tabela de preços porque é a lista de peças que faz o valor, e o orçamento é grátis.

O que inclui o serviço de montagem?

Montar a peça na divisão onde vai ficar, conferir as peças e as ferragens antes de começar, nivelar num chão que raramente está a direito, fixar à parede o que é alto, afinar portas e gavetas para ficarem alinhadas, e levar a embalagem. Num apartamento de férias, a cartonagem de um quarto completo é uma carrinha cheia, e ficar com ela é meia razão para chamar alguém.

Quais são os passos para montar um móvel?

Desembale e confira todas as peças e ferragens pela lista antes de começar, porque uma cavilha em falta descoberta a meio custa um dia. Estenda os painéis por ordem de montagem sobre cartão, para não riscar. Monte a estrutura no chão e confirme o esquadro antes de apertar em definitivo. Coloque o fundo, que é o que segura o esquadro. Levante a peça, nivele com calços no chão real, e fixe à parede se for alta. Portas, gavetas e puxadores ficam para o fim, e é a afinação que faz a peça parecer comprada e não montada.

Que ferramenta é precisa para montar móveis?

A maior parte dos kits está pensada para a chave sextavada que vem na caixa. O resto do trabalho pede aparafusadora com embraiagem, pontas incluindo pozidriv, martelo de borracha, nível, fita métrica e calços. A embraiagem é o que interessa: apertar aglomerado com binário máximo espana a ferragem, e uma excêntrica espanada não volta a apertar. As buchas escolhem-se pela parede e não pela caixa, e é aí que a montagem feita em casa costuma correr mal.

É mesmo preciso fixar os móveis altos à parede?

É, e é a parte que mais se salta. Roupeiros, estantes e cómodas podem tombar quando se abre uma gaveta ou quando uma criança se pendura, e é por isso que todos os fabricantes fornecem uma fita ou um esquadro. Numa casa algarvia a fixação tem de ser adequada à parede: bucha e parafuso em alvenaria maciça, bucha mais comprida que alcance o septo no tijolo furado, e bucha própria ou parafuso no perfil quando é pladur. A fita que vem na caixa não foi pensada para nenhuma delas em particular.

E se o chão não estiver nivelado?

Nas casas mais antigas raramente está, e um roupeiro montado em esquadro no chão pode bambolear ou prender quando é levantado sobre um pavimento que cai para um ralo ou para a porta. A solução são calços por baixo da base, acertados com nível antes de pendurar as portas e não depois. Esta é a razão mais comum para as portas de um roupeiro montado em casa não ficarem fechadas: a peça está bem e o chão é que não está.