Tratamento regular durante a época, uma piscina verde para recuperar antes de chegarem hóspedes, ou uma bomba que começou a fazer um barulho que não fazia no ano passado. Diga o tamanho da piscina, como é tratada e com que frequência a quer visitada, e recebe um orçamento grátis com o conteúdo das visitas por escrito.
Em 2026, a Handyman Algarve orçamenta gratuitamente a manutenção e a reparação de piscinas no Algarve, em português ou inglês, incluindo coberturas, bombas de calor de piscina e revestimento com tela armada, e diz exatamente o que cada visita ou trabalho inclui. A manutenção de piscinas mantém a água equilibrada, a filtração a funcionar e as superfícies limpas, com visitas semanais na época e quinzenais no inverno. Inclui também reparações: bombas, filtros, células de sal, relógios e tubagem.
O que uma piscina daqui tem de aguentar
As piscinas algarvias trabalham mais do que os manuais assumem. Em julho e agosto a temperatura da água deixa as algas instalarem-se em dois dias e não em duas semanas, por isso um doseador que para numa segunda-feira aparece como água turva na quinta. A dureza da água da rede usada nos atestos varia muito de zona de abastecimento para zona de abastecimento, por isso o calcário na linha de água e a incrustação das células de sal são um problema real numas zonas e quase não contam noutras. Os episódios de poeira do Sara deixam um filme fino à superfície que passa o cesto do skimmer e vai direito ao filtro. E numa moradia arrendada a carga de banhistas chega concentrada, por isso a mesma piscina que esteve estável em junho passa agosto inteiro a lutar contra protetor solar e champô.
Piscina verde depois de uma semana sem tratamento
Ponha a filtração a trabalhar em contínuo, em vez de ficar pelo relógio. A circulação faz mais no início do que qualquer produto.
Corrija primeiro o pH. Cloro adicionado a água com pH alto faz muito pouco, e é por isso que dosear sem corrigir costuma falhar.
Escove paredes e fundo, sobretudo cantos e degraus, para as algas ficarem na água, onde o tratamento lhes chega.
Lave ou limpe o filtro assim que a água ficar turva e outra vez depois de clarear. Água verde transforma-se em algas mortas, e essas têm de sair da piscina.
O que cobre uma visita a sério
Química da água. Cloro ou produção de sal, pH, e correção no momento, e não uma nota para fazer na próxima.
Cestos e superfícies. Cestos do skimmer e da bomba esvaziados, linha de água escovada, fundo aspirado conforme necessário.
Filtração. Pressão verificada, filtro lavado ou limpo, horas ajustadas à época em vez de ficarem no regime de inverno em julho.
Equipamento. Ruído da bomba, relógio, estado da célula de sal e fugas nas uniões, tudo conferido com a casa das máquinas aberta.
Registo do que mudou, para que um problema a formar-se se veja antes de a piscina ficar verde.
Quanto custa construir uma piscina?
Em 2026, construir uma piscina custa a soma das linhas da obra, e não um preço por metro quadrado: a mesma área de água sai a valores diferentes conforme o terreno, o tanque e o equipamento que a piscina leva. Um orçamento completo escreve à parte cada uma destas linhas:
O terreno e o acesso. A escavação, o tipo de solo, de terra a rocha, a água que houver no terreno, o caminho por onde entra a máquina e o destino da terra que sai.
O tanque. Betão com acabamento em azulejo, pastilha ou reboco; betão revestido a tela armada, uma membrana de PVC reforçada soldada no local; um casco de fibra de vidro numa só peça; ou uma piscina de aço ou em kit, acima do solo.
As medidas e a forma. O comprimento, a largura e a profundidade, a forma, as escadas ou os degraus, e o que se acrescenta, como um banco ou uma zona de praia.
A bordadura e a envolvente. A pedra da borda e o pavimento à volta da água.
A casa das máquinas e o equipamento. O filtro e a bomba, o doseamento de cloro ou a eletrólise de sal, a iluminação e, se houver, o aquecimento.
A eletricidade. O circuito que leva a corrente até à casa das máquinas.
O primeiro enchimento e o arranque. A água para encher a piscina e os primeiros dias de filtração e de tratamento.
O projeto e a papelada da câmara. Os desenhos e os documentos que a câmara municipal pedir para aquela obra.
Por isso o preço por m2 para construir uma piscina não se transporta de uma obra para outra: o m2 mede a área de água, e o preço sai do que fica por baixo e à volta dela, do terreno ao equipamento. Numa piscina de 6x3 metros, as medidas fixam a área, e não o preço: a profundidade, o tanque, a bordadura e a casa das máquinas fazem a diferença entre dois orçamentos para a mesma medida.
Quanto pode custar uma piscina, e quanto custa mandar construir uma, sabe-se pelo orçamento da obra concreta, com cada linha escrita. Mandar construir é contratar todas estas linhas, do projeto ao arranque, e um orçamento que deixe alguma de fora não é mais barato: está incompleto.
Uma piscina mais barata e mais simples faz-se baixando as linhas que dependem da própria piscina: menos área e menos profundidade, uma forma sem recortes, sem degraus nem extras, um acabamento mais simples e menos equipamento na casa das máquinas. Uma piscina acima do solo, de aço ou em kit, dispensa a escavação. O que não baixa com o projeto é o que depende do sítio: o terreno, o acesso e a distância da casa das máquinas à corrente e à água.
Numa piscina que já existe, o que decide a renovação é o estado do tanque. Um tanque são pode ser revestido de novo, a azulejo ou a tela armada, e a bordadura e o equipamento podem ser trocados sem mexer no resto; um tanque com fissuras ou fugas é reparado antes de qualquer revestimento. Para revestir com tela armada, veja quanto custa a tela armada para piscina. A construção ou o revestimento de uma piscina, a instalação de uma cobertura e a de uma bomba de calor orçamentam-se, cada uma, como um trabalho à parte da manutenção, a partir de fotografias e das medidas da piscina.
É preciso pedir licença para construir uma piscina?
Depende da piscina, e quem o decide é a câmara municipal. Desde 2 de março de 2008, o regime jurídico da urbanização e edificação, o RJUE (Decreto-Lei n.º 555/99), inclui «a edificação de piscinas associadas a edificação principal» entre as operações sujeitas a comunicação prévia à câmara municipal (artigo 4.º, n.º 4, alínea j), a letra que tem desde o Decreto-Lei n.º 10/2024). Desde 1 de outubro de 2026 o RJUE está em vigor na redação republicada pelo Decreto-Lei n.º 108/2026, e essa alínea mantém as mesmas palavras.
O RJUE inclui também nas obras de escassa relevância urbanística, isentas de licença e de comunicação prévia, «a edificação de equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última» (artigo 6.º-A, n.º 1, alínea e)), disposição que não se aplica a imóveis classificados ou em vias de classificação, a imóveis situados nas suas zonas de proteção, nem a imóveis integrados em conjuntos ou sítios classificados ou em vias de classificação (artigo 6.º-A, n.º 2). Qual destas regras se aplica a uma piscina concreta é a câmara municipal que decide, e por isso é à câmara que se pergunta antes de construir.
A informação sobre o início dos trabalhos chega à câmara municipal até cinco dias antes de a obra começar, com a identificação de quem a executa; desde 1 de outubro de 2026 abrange expressamente as obras isentas de licença ou de comunicação prévia, e desde a mesma data o proprietário ou o diretor da obra afixa também no local, até cinco dias antes do início dos trabalhos, um aviso visível da via pública (artigo 80.º-A, n.os 1 e 5, na redação republicada pelo Decreto-Lei n.º 108/2026). A Portaria n.º 320/2026/1, de 31 de julho de 2026, em vigor desde 1 de outubro de 2026, aprova o modelo nacional dessa informação e os modelos revistos do aviso.
Como legalizar uma piscina já construída?
Legaliza-se junto da câmara municipal, que conduz o procedimento. Quando uma obra foi feita sem a licença ou a comunicação prévia de que precisava e é possível pô-la em conformidade com as normas em vigor, o RJUE manda a câmara municipal notificar os interessados para a legalizarem, fixando um prazo; quem pretenda legalizar pode perguntar à câmara como vai decorrer o procedimento, e a câmara responde em 15 dias.
Cada município regula o procedimento, e em alguns casos a câmara pode legalizar por iniciativa própria (artigo 102.º-A do RJUE, na redação em vigor desde 1 de outubro de 2026, com as palavras em vigor desde 2015 nestes pontos). A legalização só é possível quando se consegue assegurar a conformidade com as normas em vigor.
Quanto se paga mais de IMI por ter piscina?
Depende da avaliação do prédio e da taxa do município, e por isso não há um valor que sirva a todas as casas. O Código do IMI inclui a piscina individual entre os elementos de qualidade e conforto de uma habitação, com um coeficiente majorativo de 0,06; a piscina coletiva conta 0,03 (artigo 43.º, Tabela I, na redação do Decreto-Lei n.º 41/2016; confirmado a 1 de outubro de 2026). Para este efeito, o código considera piscina «qualquer depósito ou reservatório de água para a prática da natação desde que disponha de equipamento de circulação e filtragem de água» (artigo 43.º, n.º 2, alínea f)).
O coeficiente de qualidade e conforto parte de 1, soma e subtrai os elementos da tabela e fica entre 0,5 e 1,7, e é um dos seis fatores que se multiplicam para dar o valor patrimonial tributário de um prédio urbano (artigos 38.º e 43.º); o código conta ainda as piscinas, com os jardins e os quintais, no terreno livre do prédio, que entra no fator de área da mesma fórmula (artigo 40.º, n.º 4). Se uma piscina concreta conta, e a que título, decide-o a avaliação do prédio pela Autoridade Tributária.
O código manda atualizar a matriz com base em declaração do sujeito passivo, apresentada no prazo de 60 dias a contar da conclusão de obras de edificação, de melhoramento ou de outras alterações que possam fazer variar o valor patrimonial tributário do prédio (Código do IMI, artigo 13.º, n.º 1, alínea d)); a Autoridade Tributária chama-lhe declaração Modelo 1 e aceita-a pela internet ou num serviço de finanças. O IMI é devido a partir do ano, inclusive, em que essas obras foram concluídas (artigo 9.º, n.º 1, alínea c)).
Cada município fixa todos os anos a taxa de IMI dos prédios urbanos, entre 0,3% e 0,45% do valor patrimonial tributário, e um município abrangido por um programa de apoio financeiro pode ir até 0,5% (artigo 112.º).
Apenas como ilustração da fórmula: se nada mais mudasse numa avaliação, somar 0,06 a um coeficiente de exatamente 1,00 aumentaria o valor patrimonial tributário em 6%. Uma avaliação real reporta-se à data do pedido e olha para o prédio inteiro, e o imposto depende também da taxa municipal e de alguma dedução municipal, por isso isto não é uma estimativa para casa nenhuma (Código do IMI, artigos 37.º, n.º 4, 38.º, 43.º, 112.º e 112.º-A).
O controlo da obra (a câmara, pelo RJUE) e a declaração para o IMI (a Autoridade Tributária, pelo Código do IMI) são regidos por leis diferentes.
Como aquecer a água da piscina?
Primeiro, guardando o calor que a água já tem, com uma cobertura; depois, juntando calor, com coletores solares, uma bomba de calor ou um aquecedor elétrico. As quatro formas, lado a lado:
Forma de aquecer
Como aquece
O que precisa
Ao longo do ano
Cobertura térmica, sozinha
Não produz calor: guarda o da água, porque corta a evaporação e a perda de calor durante a noite.
Uma cobertura à medida, como a de bolhas, tirada e posta a cada uso, e um sítio para a guardar.
Serve em qualquer mês, mas só guarda o calor que a água já recebeu.
Coletores solares
A água da piscina passa por coletores ao sol e volta mais quente.
Espaço ao sol para os coletores, ligados à filtração, e a água a circular nas horas de sol.
Seguem o sol: mais calor nos meses de sol forte, menos nos dias curtos, nenhum à noite.
Bomba de calor
Um compressor elétrico tira calor do ar exterior e passa-o para a água, e entrega mais calor do que a eletricidade que gasta.
Uma unidade exterior com ar livre à volta, ligada à filtração, e um circuito elétrico à medida da sua potência.
O calor que dá desce à medida que o ar arrefece, por isso rende menos nos meses frios.
Aquecedor elétrico
Uma resistência aquece a água que passa por ela, e o calor que entrega é, no máximo, a eletricidade que gasta.
Um circuito elétrico à medida da sua potência e a água da filtração a passar por ele.
Dá o mesmo calor com qualquer tempo; o que muda com o frio é o calor que a piscina perde.
Aquecer água pede cerca de 1,16 kWh por metro cúbico por cada grau Celsius, às temperaturas de uma piscina: é o calor que a própria água absorve (cálculo a partir dos dados de referência do NIST para a água a 25 °C: 997,05 kg/m³ × 4,1813 kJ/(kg·K) ÷ 3600), antes de qualquer calor que a piscina perca e antes do rendimento do aparelho que a aquece. Cada grau que a água perde de noite é um grau que o aparelho tem de voltar a dar, e é por isso que a cobertura vem primeiro.
Em Loulé, o regulamento municipal de urbanização e edificação pede que, quando uma piscina com mais de 150 m³ precise de água aquecida, se instale um sistema de coletores solares ou tecnologia equivalente, sempre que for economicamente viável, e se usem coberturas térmicas do plano de água, para evitar perdas de calor e de água por evaporação (Regulamento n.º 884/2024, Anexo 11, 4.3; lido a 1 de outubro de 2026). Que tecnologia conta como equivalente numa piscina concreta é a câmara municipal de Loulé que o diz.
Uma cobertura de bolhas ou de inverno não é uma barreira e não aguenta o peso de uma pessoa: ninguém anda por cima dela, e ter a piscina coberta não é razão para deixar crianças sem vigilância. Uma piscina com a cobertura meio posta é perigosa, e a água que se junte em cima de uma cobertura tira-se, porque uma criança pode afogar-se em poucos centímetros de água.
O que determina o preço?
Em 2026, a manutenção regular é orçamentada por visita ou como valor mensal para um número acordado de visitas, e o que a faz variar é o volume da piscina, a frequência, a piscina ser usada por hóspedes, os produtos irem incluídos ou faturados conforme o consumo, e a deslocação. A recuperação de uma piscina verde é orçamentada à parte do circuito de manutenção, porque são várias visitas e uma quantidade de produto, não uma ida. Reparações de bombas, filtros, células de sal e tubagem são orçamentadas caso a caso, depois de identificada a avaria.
Uma fotografia da piscina e outra da casa das máquinas tornam o orçamento firme. Se a piscina for de eletrólise de sal, diga-o: muda os produtos e o que é preciso verificar. Veja como funciona o processo do pedido ao trabalho concluído.
Respondemos no prazo de um dia útil, normalmente muito mais depressa.
Perguntas frequentes
Quanto custa a manutenção de uma piscina?
A manutenção regular é normalmente orçamentada por visita ou como valor mensal para um número acordado de visitas, com os produtos incluídos ou faturados conforme o consumo. Fazem variar o preço o volume da piscina, a frequência das visitas, a piscina ser ou não usada por hóspedes, e a distância ao resto do circuito. Em 2026, os orçamentos da Handyman Algarve são grátis e dizem exatamente o que cada visita inclui.
Com que frequência se deve tratar uma piscina?
Semanalmente durante a época balnear e de quinze em quinze dias no inverno, numa piscina que se mantém cheia. Uma piscina de alojamento local precisa de visita semanal no mínimo, e muitas vezes de mais, porque a carga de banhistas, os protetores solares e os atestos alteram a química da água muito mais depressa do que numa piscina privada usada ao fim de semana. Menos do que quinzenal é como uma piscina limpa acaba verde.
Porque é que a piscina ficou verde?
Porque a desinfeção deixou de acompanhar as algas, e com as temperaturas do verão algarvio isso leva dias e não semanas. As causas habituais são um doseador ou uma célula de sal que deixou de dosear, filtração a trabalhar poucas horas, pH alto ao ponto de tornar o cloro ineficaz, ou muita gente na água depois de uma festa. Recuperar exige filtração e química ao mesmo tempo, e não uma dose única.
A piscina está a perder água ou é evaporação?
Faça o teste do balde. Encha um balde com água da piscina, ponha-o num degrau de forma a ficar parcialmente submerso, marque o nível por dentro do balde e na parede da piscina, e deixe a piscina a funcionar normalmente durante dois dias. Se os dois níveis descerem por igual, é evaporação. Se a piscina descer mais do que o balde, há água a sair por outro lado e vale a pena verificar a piscina e a tubagem.
O que inclui uma visita de manutenção?
Análise e correção da água, esvaziamento dos cestos do skimmer e da bomba, escovagem da linha de água e das zonas com algas, recolha à rede e aspiração conforme necessário, lavagem ou limpeza do filtro, e verificação de bomba, relógio e célula de sal. Uma visita que se resume a atirar uma pastilha de cloro não é manutenção, e nota-se ao fim de um mês.
É preciso manter a piscina a trabalhar no inverno?
Sim, com menos horas, se ficar cheia. O inverno no Algarve é suficientemente ameno para que a água totalmente parada ganhe manchas e apodreça, e recuperar uma piscina abandonada na primavera custa muito mais do que a ter mantido em movimento. O regime normal de inverno é menos horas de filtração, menos produto e cobertura se existir, com uma visita de quinze em quinze dias para confirmar.
É preciso pedir licença para construir uma piscina?
Depende da piscina, e decide-o a câmara municipal. Desde 2 de março de 2008, o RJUE inclui «a edificação de piscinas associadas a edificação principal» entre as obras sujeitas a comunicação prévia (artigo 4.º, n.º 4, alínea j), a letra que tem desde o Decreto-Lei n.º 10/2024, mantida na redação em vigor desde 1 de outubro de 2026). A mesma lei isenta de licença e de comunicação prévia o equipamento lúdico ou de lazer associado a edificação principal com área inferior à desta última (artigo 6.º-A, n.º 1, alínea e)), salvo em imóveis, conjuntos ou sítios classificados ou em vias de classificação e nas zonas de proteção desses imóveis.
Como legalizar uma piscina já construída?
Legaliza-se junto da câmara municipal, e só quando a obra pode ser posta em conformidade com as normas em vigor. Quando uma obra foi feita sem a licença ou a comunicação prévia de que precisava e essa conformidade é possível, o RJUE manda a câmara notificar os interessados para a legalizarem, fixando um prazo; quem pretenda legalizar pode perguntar à câmara como vai decorrer o procedimento, e a câmara responde em 15 dias. Cada município regula o procedimento (artigo 102.º-A do RJUE, na redação em vigor desde 1 de outubro de 2026, com as palavras em vigor desde 2015 nestes pontos).
Quanto se paga mais de IMI por ter piscina?
Depende da avaliação do prédio e da taxa do município, por isso não há um valor que sirva a todas as casas. Pela piscina individual, o Código do IMI soma 0,06 ao coeficiente de qualidade e conforto de uma habitação, e pela coletiva 0,03 (artigo 43.º, Tabela I, confirmado a 1 de outubro de 2026); esse coeficiente é um dos seis fatores do valor patrimonial tributário. Cada município fixa todos os anos a taxa, entre 0,3% e 0,45% desse valor, ou até 0,5% se estiver abrangido por um programa de apoio financeiro (artigo 112.º). Se uma piscina concreta conta, e como, decide-o a avaliação da Autoridade Tributária.