Paredes divisórias, tetos falsos com iluminação embutida, forras de paredes, caixotes para tubagem e reparações depois de obra de eletricidade ou canalização. Descreva a divisão e envie uma foto, e recebe um orçamento grátis com a preparação, a placa e o acabamento separados.
Os trabalhos em pladur no Algarve incluem paredes divisórias e forras em gesso cartonado, tetos falsos para iluminação embutida e para esconder condutas, caixotes de tubagem e reparações depois de outras obras. A placa monta-se a seco sobre perfis metálicos, o que a torna rápida e limpa; a alvenaria continua a ser o que sustenta a casa e o que resolve as zonas molhadas. A Handyman Algarve orçamenta trabalhos em pladur no Algarve gratuitamente, em português ou inglês.
Os trabalhos mais pedidos
Uma divisória nova para dividir uma sala comprida, fechar uma cozinha aberta ou criar um roupeiro. Dias em vez de semanas, e sem o pó de cortar tijolo.
Teto falso para levar focos embutidos, esconder condutas de ar condicionado ou baixar o pé-direito de uma divisão alta.
Reparação depois de obra: roços de eletricidade ou de canalização, tomadas antigas tapadas, teto aberto para encontrar uma fuga.
Forra de parede exterior pelo interior, com isolamento na caixa de ar, em divisões frias ou com condensação.
Caixotes para tubos de queda, esquentador, prumadas e vigas à vista.
Substituição de placa danificada depois de humidade, feita depois de resolver a origem: placa que apanhou água não seca nem volta ao que era, corta-se e substitui-se.
Pladur e alvenaria não competem
Quase todas as casas portuguesas são de tijolo ou bloco com reboco de cimento, e 60,4 por cento dos edifícios do Algarve foram construídos antes de 1991, segundo os Censos 2021. É isso que está por trás da pintura. O pladur entra por cima e ao lado: alvenaria para o que sustenta e para o que se molha, placa para a rapidez, para esconder instalações e para formas que em tijolo seriam lentas. Onde as pessoas se enganam é na fixação posterior, porque um suporte de televisão ou um móvel suspenso precisa de perfil, de reforço ou de bucha própria para placa oca, e o momento de dizer onde vão é antes de fechar o teto ou a parede, não depois.
O que determina o preço?
Em 2026, o valor por metro quadrado move-se com tudo o que rodeia a placa. Uma divisória a direito é o caso simples. A mesma área em teto custa mais, porque se trabalha acima da cabeça. Sancas, curvas, nichos de iluminação e aberturas de porta acrescentam corte e estrutura, e trabalhar numa casa habitada, com mobília a proteger e a deslocar, acrescenta tempo. O tipo de placa conta menos do que se pensa no total, mas conta na escolha: hidrófuga, corta-fogo ou acústica onde é preciso, e não em toda a obra. A preparação de uma parede antiga é um item à parte, porque ninguém sabe o que está debaixo da tinta até abrir um canto.
As medidas da divisão e uma foto de cada parede chegam para um primeiro orçamento. Veja como funciona o que acontece entre o pedido e o trabalho concluído.
Respondemos no prazo de um dia útil, normalmente muito mais depressa.
Perguntas frequentes
Quanto custa m2 de pladur?
O trabalho é orçamentado por metro quadrado de superfície acabada, mas o valor depende pouco da placa e muito de tudo o resto: parede a direito num quarto vazio é o caso mais barato, teto é sempre mais caro por se trabalhar acima da cabeça, e curvas, sancas, aberturas e nichos de iluminação acrescentam corte e estrutura. Não publicamos um valor por m2 porque um número nacional aplicado a uma obra concreta engana. O orçamento é grátis e é feito para a sua divisão.
O que é o pladur?
Pladur é o nome comercial que se generalizou para placa de gesso cartonado: uma placa de gesso revestida a cartão, aparafusada a uma estrutura de perfis metálicos. Serve para paredes divisórias, tetos falsos, forras de paredes existentes e caixotes para esconder tubagens. Monta-se seco e rápido, ao contrário do tijolo e do reboco, e é por isso que substituiu a alvenaria em quase todas as divisórias interiores novas.
Quantos tipos de pladur existem?
Para quem manda fazer a obra interessam quatro: a placa normal para divisões secas, a hidrófuga para zonas húmidas como casas de banho e cozinhas, a resistente ao fogo para caixas de escada, condutas e locais técnicos, e a de alta dureza para paredes que vão levar cargas ou pancada. Há ainda placas acústicas para separar de vizinhos. A escolha faz-se por divisão e não por obra: a mesma casa costuma levar dois ou três tipos.
O pladur é resistente à humidade?
A placa hidrófuga resiste à humidade do ar e a salpicos, mas não é impermeável. Numa base de duche ou atrás de azulejo em zona molhada é preciso uma tela ou barreira estanque por trás, ou uma placa de cimento própria para esse fim. A placa normal em zona húmida incha, perde consistência e não recupera. E há a parte que a placa não resolve: numa casa de banho sem extração a funcionar, a divisão inteira passa a ser zona húmida e nenhuma placa compensa isso.
Vale a pena fazer teto falso?
Vale por três razões práticas, e a estética é a quarta. Esconde tubagens, condutas de ar condicionado e cablagem que de outro modo teriam de ser abertas na laje. Recebe iluminação embutida, que é o motivo da maioria dos tetos falsos. Permite pôr isolamento térmico ou acústico num apartamento com vizinho por cima. E baixa o pé-direito de uma divisão alta, o que a torna mais fácil de aquecer e de arrefecer.
Obras em pladur precisam de licença?
Desde 1 de janeiro de 2024, com o Decreto-Lei n.º 10/2024, as obras de alteração no interior ficaram isentas de controlo prévio desde que melhorem, não prejudiquem ou não afetem a estrutura de estabilidade, não alterem a cércea, a forma da fachada nem a forma da cobertura, e não impliquem a remoção de azulejos da fachada. Uma divisória, um teto falso e um estuque cabem normalmente aí. A isenção nunca abrange imóveis classificados nem as suas zonas de proteção, e o município pode acrescentar exigências. Se houver dúvida sobre uma parede ser estrutural, isso não se decide por fotografia: é preciso um técnico no local.